Às vezes, quando estamos próximos do nada, embebidos em um prazer fútil e desconectados da realidade material e dolorosa, é que realmente nos conectamos conosco, no íntimo. Daí, começamos a conceber… Idéias, sonhos, projetos e novas realidades. O que é isso? Que divagação sem cabimento é esta? Mas, é aí que paramos para sentir o eu, aquele eu do qual tanto nos afastamos quando estamos construindo paredes. Afinal, nesse momento é só a construção o foco. Perigo! Não deixe a construção desfocar o seu eu por muito tempo, pois você pode acreditar que ela é mais importante, mas até monumentos desabam.
SK
Nenhum comentário:
Postar um comentário